Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Cartilha orienta construção de aviários

Técnicos da Embrapa Suínos e Aves (Concórdia/SC) acabam de disponibilizar um material importante para pequenos produtores. É uma cartilha que orienta a construção de instalação para a produção de frango de corte em sistemas alternativos em pequena escala. "O objetivo deste trabalho é propor um modelo que possa ser adaptado às condições reais de cada produtor, considerando clima e as questões econômicas", explica Jacir Albino, um dos autores da cartilha.
De acordo com Albino, o conteúdo da cartilha é basicamente voltada para os detalhes construtivos do aviário, como piso, tela, cortina, e a construção sugerida é apenas um modelo. "Para a construção de um aviário é preciso também levar em conta o clima da região, que irá determinar, por exemplo, a largura do aviário e a altura do pé-direito, condições de ambiência necessárias à produção", enfatiza.

Albino também lembra que "é importante que, mesmo com a nossa sugestão, o produtor procure a assistência técnica dos Serviços de Extensão Rural locais ou de Secretarias Municipais de Agricultura e busque auxílio no desenvolvimento de suas atividades". Outros fatores como volume de produção, mercado fornecedor de insumos e consumidor, além da própria logística de abate, deverão ser considerados no dimensionamento da construção.

A cartilha Construção de Aviário para produção de frango de corte em sistemas alternativos em pequena escala pode ser acessada na página eletrônica da Embrapa Suínos e Aves, no link Publicações - Cartilha.
Embrapa Suínos e Aves

Fonte: Site Avicultura Industrial

UBA não apoia criação de marrecos no RS

Logo após a divulgação de nota, onde o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) em parceria com a Associação dos Usuários do Perímetro de Irrigação do Arroio Duro (AUD) incentiva a criação de Marrecos de Pequim na lavoura de arroz, a União Brasileira de Avicultura (UBA) condenou tal ação. De acordo com Ariel Mendes, presidente da entidade, a disseminação de marrecos nos campos gaúchos constitui em grave risco para a produção avícola do Estado e do Brasil, o que inclui possíveis ocorrências da Influenza Aviária. "O Brasil é hoje um dos poucos países que têm o privilégio de se considerar livre desta enfermidade. Nunca foi detectado nos campos nacionais tal problema, o que coloca o país a frente de muitos outros produtores avícolas no mercado internacional", explica Mendes em carta enviada ao Secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul. "Este status, no entanto, pode ser ameaçado por iniciativas como tal projeto de criação de marrecos, que podem atrair aves migratórias – vetores de doenças como a Influenza Aviária e Doença de Newcastle".
Segundo Mendes, uma eventual contaminação dos plantéis afetaria a toda a cadeia produtiva, causando prejuízos incalculáveis ao Estado e ao País."Os benefícios desta ação social não pagam os riscos à avicultura".
Projetos- Atualmente, a UBA tem defendido junto ao próprio Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que cuida da avicultura familiar, que projetos implantados por este modelo de produção deve ter as mesmas exigências de biosseguridade que a avicultura industrial. "Hoje, no caso de pato e marreco, temos uma produção nacional em moldes industriais, onde estas aves são produzidas em galpões semelhantes ao frango de corte, com isolamento, telas e demais exigências sanitárias requeridas pelo Mapa", explica Mendes, que acredita que a sugestão de um novo projeto precisa de mais tempo para ser apresentada. "O fato é que agregar um produto do agronegócio para auxiliar o status sanitário de outro, sem os devidos cuidados sanitários para tal, é inviável".
Redação Avicultura Industrial

Fonte: Site Avicultura Industrial

BEM-ESTAR NAS GRANJAS

Autoridades norte-americanas querem introduzir uma nova lei chamada de "Prevenção da Crueldade Animal em Granjas". O objetivo é estabelecer um padrão mais elevado de proteção dos animais utilizados na produção de alimentos que são adquiridos pelo governo federal.

A "Humane Society" dos Estados Unidos (HSUS, sigla em inglês), a maior entidade proteção dos animais do país, elogiou a proposta e quer a aprovação rápida do projeto. A lei apenas exige que os alimentos adquiridos para os programas federais sejam de animais criados com espaço suficiente para se levantar, deitar, virar e esticar as pernas, afirmou a HSUS em um comunicado de imprensa.

"Os americanos estão cada vez mais exigentes e querem a abolição do confinamento abusivo em gaiolas minúsculas em granjas ou frigoríficos", comentou uma autoridade. "O governo federal tem a responsabilidade de ajudar a liderar o caminho para esta importante questão, assim como muitas empresas do nosso país estão começando a fazer. Esta lei exige que os produtores que vendem carne para o governo federal sigam as mesmas diretrizes de bem-estar animal dos produtores de Califórnia". As informações são do site internacional World Poultry.
Redação Avicultura e Suinocultura Industrial

Fonte: Site Avicultura Industrial

terça-feira, 30 de março de 2010

Por que pescado faz bem



Vários tipos de pescados são fontes de ômega 3, que é encontrado principalmente em peixes como atum, pintado, sardinha, arenque, anchova, tainha, bacalhau e truta. O ômega 3 ajuda a diminuir o risco de doenças do coração e de alguns como artrite reumatoide. Tanto os peixes de rio como de mar são saudáveis.
Para ter esses benefícios é preciso consumir de 1 a 2g de ômega 3 por dia. Consumir peixes também é bom para prevenir e controlar a obesidade. O teor de gordura nos peixes é baixo, fazendo deles uma ótima opção de proteína e favorecendo o emagrecimento.
Para uma alimentação mais saudável, o Ministério da Saúde recomenda o consumo de duas porções de peixes por semana, porém o consumo de peixe de uma a três vezes por mês já é suficiente para apresentar resultados positivos.

Fonte: Cartilha Ministério Pesca e Aquicultura

O que observar ao comprar pescado


As vendas de pescado deverão se intensificar nos próximos dias devido às comemorações da Semana Santa. Para orientar os consumidores neste período, o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) está divulgando uma série de dicas sobre o que observar na compra de pescado para se evitar produtos que não estejam em plenas condições de consumo.

As orientações para os peixes frescos e resfriados ressaltam a verificação da pele, que deve ser firme, bem aderida e úmida. Os olhos devem estar brilhantes e salientes e as escamas não podem se soltar com facilidade. As guelras devem possuir cor que vai do rosa ao vermelho intenso, serem brilhantes e sem viscosidade.

Os crustáceos devem ter cor própria da espécie e não apresentar coloração alaranjada ou negra na carapaça. Os mariscos frescos, conforme as orientações, devem ser vendidos vivos. Polvos e lulas devem possuir carne consistente e elástica e, em todos os casos, o odor deve ser característico e não repugnante.

O pescado congelado também é uma boa opção de compra por conservar todas as qualidades do produto. Verifique nos estabelecimentos, no entanto, se a temperatura onde o produto está armazenado esteja entre 15ºC ou menos. Quanto ao pescado seco, é necessário verificar se não há mofo, manchas escuras ou amolecimento e odor desagradável.

Os enlatados também são uma boa opção de compra, mas é preciso verificar se a embalagem não apresenta nenhuma deformação. O rápido cozimento desses alimentos, por serem processados sob altas temperaturas, permite, muitas vezes que os nutrientes sejam conservados sem adição de produtos químicos, mantendo assim a maioria das qualidades nutricionais do produto.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Licenciamento ampliado para criações confinadas de suínos e aves

O Consema aprovou duas alterações na resolução nº 102/2005 e ampliou os portes de licenciamento municipais para criações confinadas de suínos e aves. Os municípios poderão licenciar todos os empreendimentos de aves de corte. Nos suínos, o limite aumentou de 500 para mil cabeças.

Fonte: Correio do Povo

Preço do suíno subiu e os criadores estão otimistas


O preço do suíno subiu e os criadores estão otimistas. Veja a situação em Mato Grosso do Sul e em Santa Catarina, Estado que tem a maior produção de carne de porco no país.

O produtor Rubin Schleicher é criador de suínos em Chapecó, no oeste de Santa Catarina, e está otimista porque tem recebido mais pelo quilo vivo do suíno. No ano passado, seu Rubin teve um prejuízo de 10% por animal. Com a reação do mercado este ano, calcula que terá um lucro de 13%. “Hoje da para se animar, da para pagar as contas, da para sair e pensar em sobrar algum dinheiro para investir, fazer outra coisa”, falou.

Os preços pagos ao produtor subiram até 12%. Hoje, pelo quilo vivo eles estão recebendo cerca de R$ 1,90. Além do preço melhor, os produtores estão gastando cerca de 30% a menos com ração.

“O suinocultor encontrou custos de produção e vai encontrar estáveis em 2010. Isso em decorrência de uma grande safra de milho e a baixa dos preços de farelo de soja porque o mundo comia maior safra”, falou Enori Barbieri, vice-presidente da Federação de Agricultura de Santa Catarina.

Os suinocultores de São Gabriel do Oeste, região norte de Mato Grosso do Sul, estão respirando mais aliviados este ano. O seu José Pinesso, um dos maiores produtores do município, perdeu noites de sono em 2009. “No ano passado eu fiquei no vermelho. Simplesmente dava para pagar as contas com a folha de pagamento”, contou.

O ano de 2009 é para ser apagado do calendário em termos de suinocultura. No decorrer do período alguns produtores chegaram a perder R$ 0,45 por quilo de suíno produzido. Alguns fecharam suas portas. Dez por cento dos produtores de São Gabriel do Oeste, segundo a cooperativa.

Agora a situação é diferente. O preço está mais confortável. O quilo do animal está sendo negociado a R$ 2,20 e o custo de produção gira em torno de R$ 1,70.

“Esse ano foi um ano ao contrário. Já teve uma reação muito boa. Subiu nesse primeiro trimestre em torno de 20% em relação ao ano passado. O custo de produção também teve uma queda na faixa de 20%”, calculou Jair Borgmann, presidente da cooperativa de São Gabriel do Oeste, em Mato Grosso do Sul.


Fonte: Globo Rural
Site: Notícias Agrícolas