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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Cachorro morre após ser agredido por funcionário de pet shop em Curitiba

 Uma cadela da raça yorkshire morreu dentro de um pet shop, em Curitiba, após ser agredida por um funcionário. De acordo com o laudo veterinário, a cadela, chamada Mia, teve parada respiratória, parada cardíaca, edema e sangramento na região do crânio. Os donos do animal registraram um Boletim de Ocorrência (BO) na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente.
"Ele [o funcionário] disse que se sentiu ameaçado porque a cachorrinha iria tentar mordê-lo", contou o técnico em eletrônica Bruno Mazeiro, de 22 anos, que era o dono da cadela há seis anos. Segundo ele, Mia tinha menos de 30 centímetros e pesava 1,5 kg. O funcionário bateu na cabeça da cadela com uma rascadeira, instrumento utilizado para pentear pêlo de animais. "Acidentes acontecem, mas como foi de uma maneira cruel, a gente ficou chateado", lamentou.

O diretor-geral do pet shop, Luciano Mafra, afirmou que demitiu o funcionário logo após o ocorrido. “É um fato que não tem como deixar passar. É inadmissível”, disse ao G1. No entanto, o diretor não permitiu que Bruno visse as imagens do circuito de segurança do estabelecimento. "A gente quer saber a verdade, como aconteceu", afirmou Mazieiro. "Eles são responsáveis por quem contratam", acrescentou.
Mia morreu após ser agredida na cabeça por um funcionário de pet shop  (Foto: Divulgação)

Mafra afirmou que pretendia “não polemizar”. Ele disse que se trata de algo desagradável, e que o estabelecimento compreende o sofrimento do dono do animal. “Só tem que pedir desculpa mil vezes”, disse. Segundo o diretor, o funcionário trabalhava há mais de um ano no local.
Compensação
"Eles devolveram o corpinho dela em um envelope", contou Bruno. Na tentativa de compensar o cliente pela perda, o pet shop deu outro cachorro da mesma raça para Bruno e a noiva, além do enxoval, as vacinas e alimentação. Para receber o animal, Bruno precisou assinar um contrato de adoção e um termo que dizia que, a partir daquele momento, o pet shop não tinha mais pendências. Bruno afirmou que a direção do pet shop não negou nada a ele.

“Até onde entendemos, fizemos o que podíamos na tentativa de sanar problema”, afirmou Mafra.

Investigação
De acordo com a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, o funcionário deve responder criminalmente por maus-tratos, já que há testemunhas do fato. “Quando você deixa um animal no pet shop, supõe que vão cuidar bem”, disse o policial que conversou com a reportagem. Mais detalhes sobre as investigações não foram revelados, mas o pet shop poderá responder em uma possível ação cível. O ex-funcionário do pet shop não foi localizado pelo G1 para comentar o ocorrido.

A sugestão de reportagem foi encaminhada através do VC no G1.

Bibiana Dionísio e Fernando Castro Do G1 PR
Fonte:G1


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Vítima de maus-tratos, égua recolhida para tratamento morre em abrigo na Capital

FOTO: Ronaldo Bernardi, Agência RBS



Recolhida no 20 de Setembro para um abrigo da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), a égua que foi vítima de maus-tratos no bairro Mario Quintana, zona norte de Porto Alegre, não resistiu e morreu devido a uma septicemia (infecção geral).

Segundo a veterinária Rochele Oliveira, 32 anos, o animal já chegou morto ao abrigo, ainda na tarde de terça-feira.

— Ela teve uma perfuração no reto, que causou a morte por septicemia, e também estava desidratada e anêmica — relata a veterinária.

Debilitada devido ao abandono, a égua caiu em um matagal ainda na segunda-feira e foi espancada por algumas crianças da região, que ainda introduziram um objeto perfurante no reto do animal.

A crueldade emocionou e mobilizou membros da comunidade, que passaram o 20 de Setembro dedicados a tratar e alimentar o equino no Parque Chico Mendes. 

Acostumado a participar de provas campeiras, o auxiliar de serviços gerais Leandro Machado, 21 anos, lamenta a crueldade:

— No Dia do Gaúcho, ver isso é muito triste.

Machado diz que, nesta manhã, ligou para a Brigada Militar, que passou o problema ao Comando Ambiental que, por sua vez, encaminhou a questão à Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).

— Eles [EPTC] disseram que, em função do desfile, não teriam como vir mover o animal. Enquanto isso, o bicho está aí sofrendo — completa Machado.

A EPTC informou que um agente chegou ao local às 15h. Um veículo foi acionado e removeu o animal para uma área de acolhimento, onde receberá todo o tratamento veterinário necessário.

Já o Comando Ambiental da BM justificou que a EPTC é o órgão responsável pelo recolhimento do animal. O batalhão informou que intervém em caso de crime, quando o autor dos maus-tratos está no local. 




FONTE: ZERO HORA


Para ver o vídeo click no link e entre no site da ZERO HORA.

Opinião: Gente isso é revoltante, como que uma pessoa consegue mau-tratar um ser indefeso?  Um animal espancado por crianças? Onde que está a inocência e docura das crianças? Já se criam uns lixo de pessoas, esse é o retrato da humanidade. Educar uma criança com palmadas é errado, e uma criança fazer isso com um animal é certo? Inocente por inocente qualquer um desses seres são, tanto animal como criança. Não estou defendendo bater em criança, mas será que a educação e respeito ao próximo está sendo colocada na vida moral desses indivíduos? Perguntas sem respostas....talvez nunca teremos....







Alan Izac - Guasqueria




terça-feira, 20 de setembro de 2011

20 de SETEMBRO de 2011

Foto: Carine Chaves
Em homenagem ao dia do Gaúcho, escolhi essa foto tirada no Parque do Gaúcho em Bagé/RS.
Parabéns GAÚCHOS e GAÚCHAS de todas as querências.

HEREFORD


Origem: Sudoeste da Inglaterra, Condado de Hereford. 

Melhoramento no Séc.XVIII, buscou uniformidade no tipo e conformação.

Solo e Clima: média fertilidade, ondulado e temperado;

Características:







segunda-feira, 19 de setembro de 2011

SHORTHORN




Origem: 
Noroeste da Inglaterra, condados de Northumberland,  Durhan, York e Lincoln;
Primeiros relatos da sua existência no séc. X;
Início do melhoramento 1780.
Solo e Clima: grande fertilidade e temperado.
Características:
Pelagem: vermelha, branca, rosilha,
Não aceita pelos pretos ou baios;
Chifres: finos, curtos, brancos, com postas castanhas; mochos surgiram em 1870 pelo cruzamento de vacas MULLEY
Mucosas: rosadas;
Raça Britânica de maior produção de leite;
Menor rusticidade;
Carne de boa qualidade;
Grande deposição de gordura sobre a carcaça;
Pouco marmoreio;


Abate humanitário: missão inédita vem ao país


Prestes a receber a primeira missão da União Europeia que virá ao Brasil em outubro para avaliar o bem-estar dos animais antes e durante o abate, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento organizará um treinamento específico de terça a quinta-feira, 20 a22 de setembro, em Lins (SP).
O curso preparatório será destinado a 30 fiscais federais agropecuários que atuam em plantas de todo o Brasil. As palestras serão ministradas por técnicos da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA, sigla em inglês). Também serão instrutores profissionais da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) e da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Ministério da Agricultura.
Segundo a coordenadora da Comissão Técnica Permanente de Bem-estar Animal do Ministério da Agricultura, Andrea Parrilla, os auditores da UE deverão avaliar as condições do país em relação ao abate humanitário dos animais. Outro objetivo da visita será orientar para as novas exigências da legislação de abate e pré-abate européia, que o Brasil deverá atender a partir de 2013.
“Essa missão será a primeira específica para tratar desse tema e as orientações deles vão nortear bastante o nosso trabalho”, salienta.
De acordo com Andrea, o Brasil conta com normas que regulamentam o abate humanitário desde 2000. Os fiscais são capacitados nesse aspecto há dois anos, pois as regras europeias são mais rigorosas e exigem avaliação e monitoramento permanentes, tanto in loco como documental.
Capacitação
Os cursos de capacitação em bem-estar animal e abate humanitário de bovinos, suínos e aves vêm sendo promovidos pelo ministério e pela WSPA desde o início do ano. A próxima etapa ocorrerá em Goiânia (GO), de 27 a 29 de setembro.
O objetivo é formar multiplicadores capacitados para o manejo adequado nas etapas que antecedem o abate dos animais e durante o processo. O treinamento também busca reduzir as perdas econômicas ocasionadas por práticas inadequadas e melhorar a qualidade do produto.
O público-alvo prioritário são fiscais das Superintendências Federais de Agricultura, secretarias estaduais de agricultura, órgãos de extensão rural e agências estaduais de defesa agropecuária. Representantes do setor privado, como profissionais de frigoríficos que atuam nas áreas de inspeção federal, estadual e municipal e de garantia da qualidade, entre outros, também podem participar, assim como instituições de ensino.
O calendário de cursos continua em Salvador (BA) e Belém (PA), de 25 a 27 de outubro; e em Porto Velho (RO), de 8 a 10 de novembro.

Fonte: Assessoria de Imprensa Beefworld